Efeitos De Som Em WebSites: O Sonoro É bom?

Efeitos de som em web sites: bom ou ruim?

Existe uma polêmica forte entre desenvolvedores web sobre colocar ou não efeitos sonores em web sites. Alguns são da opinião de que é algo ultrapassado, sem necessidade, irritante e até mesmo “brega”. “Isso é tão 1998”, dizem. Embora não deixem de ter certa razão, é importante não perder de vista que cada projeto possui necessidades, especificações e peculiaridades próprias e que, na web, lidar com generalizações, em certos casos, pode ser algo perigoso.

Ter som ou não ter som?

Os argumentos de quem defende que um site não precisa de efeitos sonoros são muitos, dentre eles:

  • “É desnecessário”
  • “Não tem utilidade”
  • “O site fica mais pesado”
  • “Ninguém se importa com isso”
  • “Há coisas mais importantes”
  • “É algo ultrapassado”
  • “A bounce rate do site aumenta”
  • etc

Segundo podemos ver, muitos dos argumentos são válidos, enquanto outros, nem tanto. Vamos analisar cada um destes.

“É desnecessário”

O argumento é parcialmente certo, pecando pela ampla generalização do argumento. Na web, principalmente no desenvolvimento web, afirmar uma generalização com toda a certeza geralmente é um equívoco.

Pode haver, sim, sites em que efeitos sonoros são totalmente inúteis e desnecessários (ousaria dizer que, na maioria dos casos, é assim). Entretanto, há sites que “ganham vida” quando efeitos de som estão integrados a sua interatividade, tornando a experiência de uso melhor e aumentando a agradabilidade.

“Não tem utilidade”

É o caso parecido com o anterior. Tanto pode ser uma afirmação verdadeira, quanto pode não ser.

Certamente que para um site de engenharia, sons de britadeira e bate-estaca não teriam utilidade nenhuma. Agora, imaginem o site de uma casa noturna: um player com músicas da casa sendo apresentadas aos visitantes certamente se faz um bom “climatizador”. Sejam os visitantes já frequentadores do estabelecimento ou, simplesmente, pretensos a isso, conhecer o som que é oferecido pela casa noturna é uma experiência interessante a ser levada em consideração.

“O site fica mais pesado”

Verdade.

Independente do motivo, a motivação, o argumento ou a técnica de desenvolvimento utilizada para conferir efeitos de som ao site, é fato de que as páginas com este tipo de recurso têm peso maior (embora existam técnicas para amenizar isso). Afinal, é um elemento a mais que deve ser carregado.

Por isso, é importante fazer uma análise séria sobre a real necessidade de haver ou não efeitos sonoros em um web site.

“Ninguém se importa com isso”

Mais uma vez, uma generalização perigosa. Talvez o dono do web site se importe; talvez o público se importe; talvez os acionistas se importem… Muita gente pode se importar, isso é fato. Mas o fato de “poder”, não quer dizer quem efetivamente, vai acontecer.

Se tiver pretensões e/ou projetos de inserção de som no web site inteiro ou somente algumas páginas, a situação ideal é fazer alguns testes de usabilidade. Caso não tenham condições, faça o melhor que seja possível, tomando por base cases, benchmarks e até mesmo o feeling do projeto.

“Há coisas mais importantes”

Geralmente há, sim, coisas mais importantes a serem feitas no projeto e desenvolvimento de um site que se preocupar com efeitos sonoros, sejam estes contínuos ou ativados por ações. Entretanto, caso se tenha decidido que este recurso estará presente, então ele faz parte do “todo”, e o as partes do “todo” do projeto são igualmente importantes.

“É algo ultrapassado”

Pessoalmente, considero este argumento fraco. Afirmar que algo é “ultrapassado” e encerrar o assunto não faz o menor sentido. Ainda mais que o desenvolvimento web tem suas “fases”, com suas “tendências” que vão e voltam, sendo importantes numa época, desconsideradas e estando prontas para voltar a ativa em um momento futuro.

Mais uma vez, deve-se considerar a importância e necessidade da inserção do recurso de som.

“A bounce rate do site aumenta”

Parcialmente verdadeiro. Há sites em que, assim que são carregados, uma “música ambiente” começa a tocar automaticamente. Os “gurus” da usabilidade sugerem que isto é um equívoco (neste caso, pode aumentar a taxa de rejeição, sim).

O ideal-teórico é disponibilizar o recurso de som, mas que isto venha desabilitado por padrão. Caso a pessoa queira escutar a(s) música(s), ela deve, explicitamente, optar por isso, e não ter sua escolha “antecipada” pelo próprio site.

Imaginem se todos os vídeos do YouTube começassem a passar assim que se entra na página inicial…

Como inserir efeitos de som em um site

Depois de muito analisar e comparar, pode ser que você e/ou sua equipe cheguem à conclusão de que, realmente, adicionar recursos sonoros no site será bom para o sucesso do site e experiência dos visitantes. Suponhamos que, no menu do site, um som deva ser acionado sempre no mousehover ou click. É algo simples de se fazer com jQuery (depois de chamar apropriadamente o jQuery e fazer a inicialização do mesmo, como tem sido mostrado em diversos outros artigos de jQuery do Webmaster.pt):


$(function(){
    $('a.click').click(function(){
        $('embed').remove();
        $('body').append('<embed src="click.wav" autostart="true" hidden="true" loop="false">');
    });
 
    $('a.hover').mouseover(function(){
        $('embed').remove();
        $('body').append('<embed src="hover.wav" autostart="true" hidden="true" loop="false">');
    });
}); 

Caso o evento seja outro, basta escolher o que atende às necessidades do projeto.

Evidentemente existem muitas e muitas outras técnicas para se conseguir o mesmo efeito, mas esta é bastante simples e pode ser executada sem complicações. Caso conheça outras, compartilhe conosco fazendo um comentário!

Conclusões sobre efeitos de sons em sites

Como conclusão, nenhuma novidade precisa ser dita, somente o que já foi citado diversas vezes ao decorrer do texto: cada projeto é único e possui suas particularidades.

Se é preciso, necessário, requerido ou não o uso de efeitos sonoros num site, página, ativador, evento, ou o que quer que seja, esta decisão deve ser tomada e avaliada com bastante cuidado, levando sempre em consideração o “custo/benefício” e tendo sempre em mente a pergunta: “O que os visitantes do site estarão ganhando com isso?”.

Certamente, inserir sons em sites é algo importante a se considerar e, como qualquer decisão importante, deve ser pesada e avaliada com cautela. No desenvolvimento web, assim como em muitas outras áreas da vida, os detalhes fazem a diferença.

E você, é a favor ou contra à utilização de efeitos de som em web sites?

Redação Para Web

Longe de mim querer passar aqui por autoridade no assunto, mas dou lá meu pitacos na matéria. Tutorial, técnicas de redação? Negativo. Apenas algumas dicas, algumas observações que podem ajudar na hora de preparar aquele texto para um site. Seja um artigo ou uma redação promocional, os caminhos servirão a ambos.

Eu ainda uso muito caneta e papel, então, quando eu falar sobre a dupla, entenda de modo figurado ou literal, tanto faz. Trabalho com prancheta, folhas soltas, bloquinhos de anotações e caderno, tudo espalhado na mesa formando um redemoinho em volta do teclado. Confesso que o mouse atrapalha um pouco, mas tenho sido tolerante com ele. Sigamos.

escrever para web

Preparando seu site:

  • Cuidados técnicos. Servidor eficaz, layout limpo, menus bem organizados, facilidade para contato e boa navegação pelo site.
  • Definição. Quem são seus clientes ou leitores? A quem você vai se dirigir?
  • Não pense nas pessoas como uma massa compacta. Procure visualizar um cliente, coloque-se no lugar dele e comece preparando assim sua redação. Venda a essa pessoa seu peixe.
  • Evite frases ou textos padronizados, as pessoas identificam facilmente essas situações e não costumam ser muito tolerantes com isso. Seja original e criativo.
  • Fale com o leitor. Use “você”.
  • Mostre o quanto ele é, individualmente, importante.

Identifique as principais características do seu produto ou atendimento. Anote tudo no papel, selecione os diferenciais e faça destaque deles.

Seja direto, conciso, claro e convincente. Dê as informações que as pessoas precisam, mas no tempo e no tamanho certo. Muita informação junta acaba cansando. Mas pouca informação pode causar desconfiança.

Ponha pontas de emoção na sua apresentação, descreva com entusiasmo as vantagens que ele tem/está tendo/terá.

Imagine seu site como uma loja física e a página, uma vitrine. A função da vitrine é a de seduzir, fisgar o cliente (usuário). Ela deve ter uma exposição atraente, agradável, destacando o produto que levou a pessoa até aquela página e mostrando de forma fácil e tranquila as informações relevantes para que, a partir dali, o cliente “entre” em sua loja. Faça com que ele se veja usando seu produto ou serviço.

Os textos não devem ter parágrafos longos. Primeiro, porque ao visualizar um parágrafo longo geralmente a sensação que se tem é de desânimo. Segundo, porque mesmo que não se perceba de imediato, fixar os olhos na mesma tela por um tempo prolongado é cansativo. Logo desviamos o olhar para outro ponto até para descansar a visão.

Colocar frases de chamada intercaladas aos parágrafos também é válido. Ajuda a manter a expectativa para os próximos dizeres e dá uma “quebrada” numa possível sequencia cansativa.

Usar enumeração de itens ou tópicos. Quando há um bom número de informações sobre determinado produto ou serviço, a visualização em tópicos fica bem mais agradável e chamativa. Dá uma impressão de objetividade, de clareza.

No caso do uso de tópicos, coloque sempre o item mais importante em primeiro lugar. A leitura de algo interessante logo no início estimula a curiosidade para os próximos itens. E também, caso a pessoa não leia todos os tópicos, ela já leu o item principal, então estamos garantidos.

Exemplo:

  • Capriche na redação e revise o texto depois de pronto. Erros ortográficos e gramaticais são inadmissíveis.
  • Mesmo que o texto seja técnico, use termos do dia a dia para envolver a leitura.
  • Dê destaque ao diferencial do seu produto/serviço. Se o seu negócio é uma assistência técnica e é a única no pedaço, então é uma questão de exposição. Se há outras, coloque em evidência aquilo que é diferente, seja no atendimento, localização, marcas trabalhadas, etc.

Escrever para web não é algo que se limita a criar textos apenas. É um conjunto de técnicas que exige uma boa noção de layout, conhecimento de mídias, programação, estratégias SEM e SEO. Tudo junto e combinado.

Até a próxima.

@Ednucci

Taxa De Rejeição Ou Bounce Rate

Leia também o nosso artigo: 11 Dicas Para Você Reduzir O Bounce Rate

Taxa de rejeição é um índice usado pelos mecanismos de análise (Google Analytics, por exemplo) que mede o percentual de usuários que visitaram apenas uma página (chamada de página de entrada) em seu site e saíram, ou seja, entraram e fecharam sem clicar em nenhum link. Pode ser considerado normal uma taxa de até 50% de rejeição, acima disso é melhor começar a se mexer.

bounce

Se a taxa de rejeição está alta e não se trata de um blog onde os artigos são apresentados em apenas uma página ou um site de página única, você deve conferir se todas as páginas estão devidamente configuradas para o monitoramento.

O Google usa isso na confecção do ranking de buscas (SERP)?

Segundo eles mesmos, não. Mas algumas pessoas garantem que tem um peso, sim.

E agora? Se não usam, então não tem problema?

Não é bem por aí.

O Bounce Rate deve ser usado para verificar a qualidade das visitas e se a página principal cumpre bem o papel de distribuição das visitas para outros links, e sempre deve ser estudado em conjunto com as outras ferramentas de análise como a taxa de permanência e visualização de páginas. Se a porcentagem de rejeição está alta, você deve verificar:

  • Configuração: páginas de entrada pesadas, com tempo de carregamento demorado, desanimam o visitante.
  • Layout: apresentação confusa, embaralhada, “carregada demais”, má distribuição dos links e do conteúdo na página.
  • Conteúdo: não é condizente com o que o usuário procura, baixa qualidade, as informações iniciais não prendem a atenção ou não motivam a continuidade da visita, repetido (copiado de outros sites).
  • Qualidade dos links: não tem relação com o assunto procurado, estão mal distribuídos, as opções oferecidas não são atrativas.

Percebe-se então que, mesmo que o Bounce Rate não seja de forma direta um dos critérios para ranqueamento, ele serve como indicativo de a sua vitrine não está bem arrumada.

Veja algumas ideias para expor melhor sua mercadoria ( site ) :

  • Carregamento rápido – elimine quaisquer bugs, flashes ou javas que possam estar “pesando” na abertura da página.
  • Não enfeite demais sua página de entrada, organize bem os módulos, menus, não use muitas propagandas – isso pode desviar a atenção do assunto principal.
  • Ofereça ao visitante exatamente o que ele veio procurar ali.
  • Conteúdo original, atraente, chamativo e de qualidade.
  • Linkagens bem estudadas, relevantes, bem posicionadas.
  • Não estique demais a conversa. Textos com parágrafos muito extensos em geral são desestimulantes.
  • Mas também não diga adeus tão rápido. Você precisa prender a atenção do visitante e depois levá-lo para passear (artigos relacionados).

Sim, fazer um site trabalhar pra você não é tarefa das mais fáceis. Exige atenção, dedicação, pesquisas e testes constantes, entusiasmo, doses de design, programação e marketing. E, acima de tudo, bom senso e disposição para fazer dar certo.

E você, o que acha? Tem alguma dica ou experiência para compartilhar?

PS – aqui você encontra o J!Analytics – um módulo para Joomla que insere um código do Google Analytics nas páginas de um site (Pt/Br). Ná página do programador do J!Analitics tem um tutorial.

Ate a próxima.

@Ednucci

11 Dicas Para Você Reduzir O Bounce Rate

O Que É O Bounce Rate Ou Taxa de Rejeição?

Um Bounce Rate elevado é um alerta de que o seu site não está sintonizado com os respectivos visitantes. E esse facto pode determinar o insucesso da sua presença online. Vamos analisar o que é o bounce rate, a importância dessa medida estatística e dicas para reduzir um bounce rate elevado.

Em termos básicos, um Bounce é uma visita que acede a uma página do seu site e sai sem visitar outra página. Portanto, é uma vista com um único pageview.

saída


Bounce Rate = número de visitas que visualizaram apenas uma página  /  pelo número de visitas total 

Este valor não pode ser interpretado em termos absolutos, porque representa comportamentos diferentes dos visitantes, que nem sempre são negativos. É necessário analisar esta medida em conjunto com outros dados estatísticos e tendo em conta a média para o mesmo tipo de site.

  • Um visitante acede a uma página do seu site, clica logo de seguida num link para outra página do seu site e sai poucos segundos depois, para nunca mais regressar. Este visitante não foi contabilizado como um bounce.
  • Um visitante acede a uma página do seu site, estuda detalhadamente o conteúdo dessa página, faz um pequeno intervalo para tomar um café, regressa e, 35 minutos depois de ter acedido à primeira página, clica num link para outra página do seu site. Este visitante foi contabilizado como um bounce. Uma sessão no Google Analytics dura 29 minutos de inactividade. Houve apenas 1 pageview durante a sessão. Contou como bounce.
  • Um visitante acede a uma página do seu site e sai 5 segundos depois para nunca mais regressar. Bounce. Um visitante acede a uma página do seu site, lê cada palavra do texto dessa página, durante 15 minutos, entusiasmado com a qualidade do mesmo, e sai para regressar todos os dias para ler o último artigo publicado. Bounce.

O facto de ser um valor relativo, não significa que você possa ignorar o bounce rate do seu site ou blog. Se o valor for elevado é exactamente igual ao problema de alguns homens que sofrem de ejaculação precoce. Pense um pouco. É essa a imagem que você quer associar ao desempenho do seu site ou blog? O blog dos 5 segundos…

desempenho

Análise Comparativa Entre As Diferentes Origens Do Tráfego

Aceda no Google Analitics à opção Origens Do Tráfego. Clique em Todas as origens de tráfego e compare o Bounce Rate ou Taxa de Rejeição entre as diferentes fontes.

Este estudo comparativo pode ajudá-lo a trabalhar melhor fontes de tráfego onde o bounce rate é mais elevado ou a priorizar fontes de tráfego onde o bounce rate é menor. Inclusivamente, permite avaliar o seu investimento em marketing e publicidade. Se você investe tempo e dinheiro numa determinada fonte de tráfego cujo Bounce Rate é substancialmente mais elevado que o Bounce Rate doutras fontes, se não for possível diminuir esse valor, parece-me que a medida mais racional será investir o seu tempo e dinheiro em tráfego de qualidade, ou seja, em fontes de tráfego com Taxas de Rejeição Menores.

Bounce Rate No Comércio Electrónico

Num site duma empresa, que promove os seus serviços ou produtos, ou numa loja online, a taxa de conversão determina o sucesso ou insucesso da presença online, especialmente existindo um investimento em publicidade, como por exemplo no Google AdWords. Uma taxa de conversão abaixo dum determinado valor significa prejuízo.

lucro

Ora, para que um visitante aceda

  • ao formulário ou página de contacto e contacte a empresa
  • ao formulário de encomenda e submeta uma encomenda dum produto ou serviço
  • ao processo de checkout da loja online e finalize a compra

é necessário que o visitante clique em mais do que 1 página. Se esse visitante for um bounce, não vai somar na taxa de conversão.

Em qualquer site de comércio electrónico e processo de conversão, temos visualmente um funil:


O visitante acede à pagina inicial. > Seleciona uma categoria. > Acede à página com informação sobre um produto. > Adiciona o produto ao shopping cart. > Finaliza a compra. 

Ora, em cada passo deste processo, nós queremos que o visitante dê o passo seguinte. Mas, para perceberem a importância do bounce rate, esse primeiro passo é o NÃO BOUNCE. O visitante, ao ser confrontado na primeiro página visitada com um Call To Action, responde positivamente e clica para aceder à página seguinte. Logo, não bounce. Não rejeitou o seu site.

Um site com um Bounce Rate elevado, está à partida a alienar uma percentagem elevada do seu tráfego. Já sabemos que não é uma valor absoluto. Mas, num site de comércio electrónico, um valor acima de 50% é preocupante. E acima de 35% deve ser objecto de análise.

O problema é fácil de entender. Você não consegue vender um produto a um visitante que não fica sequer 5 segundos no seu site.

Bounce Rate Nos Blogues

O Bounce Rate num Blog é mais elevado do que num site de comércio electrónico. E não é preocupante. Mas, também não significa que você não deva trabalhar para baixar esse valor. Quanto menor for esse valor, maior será a capacidade do seu blog para fidelizar leitores, converter nos links de afiliados, monetizar publicidade com base no modelo Custo Por Mil Impressões (CPM), alcançar os seus objetivos.

Mas, vamos focar a nossa atenção na razão pela qual o Bounce Rate nos blogues é maior do que num site de comércio electrónico.

Nos blogues que publicam 1 artigo diário, não é normal o comportamento do leitor (não é visitante, é leitor mesmo) que acede ao blog para ler o último artigo publicado? E, no dia seguinte, acede novamente para ler o artigo publicado nesse mesmo dia. Este visitante acede TODOS OS DIAS ao blog para ler o artigo publicado nesse dia. E não clica noutras páginas, porque o artigo está publicado na primeira página e porque já leu todos os artigos anteriores… É o visitante PERFEITO. E, no entanto, é um Bounce. Soma mais 1 no bounce rate.

E o comportamento do visitante que acede a uma página do seu blog, porque está pesquisando uma palavra chave no Google e o seu blog apareceu nos resultados orgânicos do Google para essa pesquisa? Leu com interesse o seu artigo, gostou muito, mas como tinha várias tabs abertas com outros sites com informação relevante para a pesquisa que estava a fazer, não clicou noutra página do seu blog. Este visitante até já conhecia o seu blog e visita regularmente. Bounce. Soma mais 1 no Bounce Rate.

No Google Analytics, podemos analisar o bounce rate de cada página clicando em Conteúdo > Principais páginas de destino. Depois, clicamos na página que queremos analisar, na lista que é apresentada.

No drop down menu do lado direito, eu gosto de selecionar a opção Tipo de Visitante, para comparar os dados estatísticos entre entre novos visitantes e visitantes que retornam ao blog. Qual a percentagem de visitantes que retornam nessa página com um Bounce Rate elevado? Qual o tempo médio na página para os novos visitantes?

tipo visitante

Também seleciono a opção Palavra-chave, para verificar se há um percentagem relevante de visitantes que chegam a essa página, mas que estão a pesquisar palavras chave que não são relevantes para o conteúdo publicado nessa página. O que é que vai acontecer com esses visitantes? Não vão encontrar o que procuram e obviamente saem logo a correr.

Você ainda pode seleccionar a opção Origem, para comparar o bounce rate entre as diversas fontes de tráfego que trouxeram visitas para aquela página e retirar conclusões.

Relação Bounce Rate E SEO

O Google tem repetido em várias ocasiões que o algoritmo valoriza a felicidade dos usuários que pesquisam no Google. E essa felicidade manifesta-se concretamente através de várias acções:

  • bookmark do site
  • fidelização como leitores
  • links para o site

Em termos gerais, um visitante que acede a uma página e depois a outra e a mais outra tem uma experiência mais positiva do que um visitante que acede a uma página e fecha a tab ou o browser logo de seguida.

Portanto, o Bounce Rate também é um indicador de satisfação. Quanto menor o Bounce Rate, maior a satisfação dos visitantes, do Google e do webmaster…

httpv://www.youtube.com/watch?v=rasT-oQW3hY

11 Dicas Para Você Diminuir O Bounce Rate

1. Usabilidade

Um site ou blog com problemas de usabilidade, com um interface de navegação difícil de usar, que não respeita convenções, terá um bounce rate mais elevado do que um site fácil de usar.

usabilidade

Escrevemos um artigo sobre usabilidade e sugerimos que leia as dicas apresentadas nesse artigo:

2. Tipografia Web

Os visitantes examinam o conteúdo duma página dum site ou blog rapidamente, à procura da informação que procuram. Olham para as imagens, para os títulos e subtítulos, para qualquer texto destacado. E é com base nesse exame rápido que decidem se o texto merece uma leitura mais cuidada e atenta.

Se estudarmos os princípios da tipografia web, podemos apresentar o nosso conteúdo de modo a facilitar a leitura do visitante, seja no primeiro exame rápido ao conteúdo, seja numa leitura palavra a palavra do texto.

Um site ou blog com uma fonte demasiado pequena, com um contraste pobre entre a cor do background e da fonte, com demasiadas palavras por linha e com outros erros de tipografia terá um bounce rate mais elevado por essa razão.

Encontrará nestes artigos dicas importantes sobre tipografia web:

3. Páginas De Erro 404

No Google Analytics, aceda a Conteúdo > Páginas principais de destino e clique Em Taxa De Rejeição na lista apresentada. Veja as páginas de erro 404. Qual o Bounce Rate ou Taxa de Rejeição das páginas de erro 404? 100% ?

Se alguém aceder ao seu site e aparecer uma página de erro 404, se essa página não estiver personalizada e não oferecer acções alternativas, o visitante vai sair do seu site. E vai somar mais 1 no Bounce Rate. Leia as nossas dicas para personalizar a sua página de erro 404:

página erro 404 mixx

4. Conteúdo

A qualidade do conteúdo do seu site, da informação que você publica, dos serviços e produtos que você está a vender tem um papel decisivo no interesse dos visitantes de explorarem o seu site. Se alguém aceder a um artigo dum blog e não gostar desse artigo ou não encontrar informação útil, dificilmente vai ler outras páginas. Se acederem a uma loja online e o preço dos produtos ou serviços for exorbitante, vão abandonar o barco num só salto.

Outro aspecto importante é a consistência entre o tema do site e o conteúdo publicado. Se o tema do seu blog é nutrição, talvez não seja boa ideia escrever a maioria dos artigos sobre temas diferentes, que não são relevantes para o tema nutrição.

Abro uma excepção para os blogues onde o tema é o próprio autor do blog. Esse autor até pode escrever sobre nutrição, mas como estabelece uma relação de tal forma pessoal com os seus leitores, através da sua foto, dos vídeos que publica, dos artigos que escreve sobre a sua vida privada, o tema nutrição deixa de ser o íman que atrai os visitantes ao blog, passando para um lugar subsidiário. Nestes blogues, não é necessário focar tanto no tema aparente do blog, porque nem sequer é esse o tema principal. Nos blogues onde não existe essa promoção do Eu Autor, é importante escrever artigos que são relevantes para o tema do blog.

5. Velocidade de acesso

Quem é que toma um chá e espera que o seu site entre? A expectativa dos usuários é que o seu site entre rápido. Se o tempo de acesso for muito lento, não vão esperar…

velocidade

Leias estas dicas para tornar o seu site num Super Ferrari:

6. Palavras Chave

Já abordamos aqui a questão de você analisar as palavras chave que os visitantes estão a pesquisar para aceder às páginas com um bounce rate mais elevado. Se o conteúdo da página não for relevante para as pesquisa que os visitantes estão a fazer, você deve analisar porque razão é que a página está a aparecer nos resultados orgânicos dos motores de busca para a pesquisa dessas palavras chave e tentar afinar o on-site SEO dessa página.

Você poderá colocar um link no topo de página para o conteúdo que esses visitantes estão a procurar, caso seja relevante para a temática do seu site. Alterar o conteúdo dessa página de modo que seja relevante para esses visitantes. Ou otimizar melhor a página para as palavras chave relevantes, de modo a receber visitantes interessados no conteúdo essa página.

7. Title e Meta Description

snippet

Leia este artigo para compreender como é que o Google escolhe o título, a descrição e o URL do seu site que aparece nos resultados orgânicos do Google. Esse conjunto de 3 elementos principais chama-se Snippet.

Ou veja este vídeo do Matt Cutts:

httpv://www.youtube.com/watch?v=vS1Mw1Adrk0

Ora, como é fácil de compreender, se não existir uma correspondência entre esse título e descrição nos resultados orgânicos do Google e o conteúdo da página, o bounce rate vai ser elevado. Os visitantes clicam no site, porque leram com interesse o título e descrição da página no Google, mas depois não encontram a informação prometida.

Outro aspecto importante é a falta de correspondência entre o título dum artigo e depois o respectivo conteúdo. O autor escrever um título sobre o tema A e depois escreve um artigo sobre o tema AB.

Finalmente, não escreva para si. Escreva para os seus visitantes e leitores.

8. Função De Pesquisa

Imagine que um visitante acede a uma página no seu site e não encontra a informação que procura.

Eu consigo imaginar essa situação com facilidade. Visito a Amazon com frequência, dado que tenho vício pela leitura. E normalmente não encontro o livro que procuro na página inicial. Tenho que procurar. Uso quase sempre a função de pesquisa da Amazon. Acho que não seria capaz de chegar ao livro pretendido através do interface de navegação. Experimente você. Aceda à Amazon e procure um livro específico. A função de pesquisa é uma benção de Deus!

Em qualquer site ou blog, a função de pesquisa é uma ferramenta que pode ajudar o visitante a procurar informação. E é mais um instrumento para combater o Bounce Rate.

9. Call To Action

Quem é que tem um Bounce Rate menor? O blogueiro que oferece no fim de cada artigo opções adicionais de leitura ou o blogueiro que obriga o visitante a voltar ao topo de página para procurar outros artigos interessante ou relacionados? A empresa que oferece produtos relacionados, promoções e os produtos mais populares nas páginas de cada produto ou a empresa que entrega ao visitante a responsabilidade exclusiva de encontrar o que procura.

  • Usa o WordPress? Experimente o Yet Another Related Posts Plugin para exibir artigos relacionados no fim de cada artigo.
  • Coloque uma lista com os seus artigos mais populares na barra lateral ou no footer.
  • Publique também uma lista dos artigos mais recentes e dos artigos mais comentados.
  • No próprio artigo, promova outros artigos já publicados e relevantes, com links para esses artigos.
  • Edite artigos mais antigos e adicione links para artigos mais recentes e relacionados.

artigos relacionados

10. Mídia

Uma imagem vale mil palavras.

Adicionar imagens ao conteúdo do seu site ou blog é importante. A leitura forna-se mais fácil, especialmente em artigos longos como este, dado que há pausas para olhar para as imagens e, desde que estas sejam relevantes, não se tornam uma distracção perigosa.

Complementar um artigo ou um tutorial com um vídeo também funciona muito bem. Você prefere ler um livro ou ver um filme?

11. Redes Sociais

Fomentar a interatividade entre o visitante e a empresa ou o autor do blog, através das redes sociais, vai criar um diálogo que é muito importante para o sucesso atual de qualquer presença online.

Você pode:

  • Conhecer as necessidades e expectativas do visitante.
  • Estabelecer um meio de comunicação duradouro com esse visitante, através do qual poderá promover novos produtos, serviços ou conteúdos.
  • Criar relação pessoais que reforçam a identidade entre o visitante e o site ou blog.

Essa interatividade pode ser incentivada através da publicação dos streams das suas conversas no Twitter e Facebook ou das suas fotos no Flickr, através de widgets com os últimos comentários no blog, com a identificação dos usários que mais comentam, com convites no fim de cada artigo aos visitantes para que participem nos comentários.

11 Dicas Para Criar Um Footer Genial

Publicamos na semana passada um artigo sobre exemplos reais e criativos do Footer dum blog:

Hoje, damos continuidade a esse tema com algumas dicas para otimizar o espaço do footer, adicionado desse modo valor ao site ou blog.

Link Para Regressar Ao Topo

Uma das opções lógicas para colocar no Footer é um link ou botão para que o visitante regresse ao topo do site ou blog. É claro que, no caso de sites onde se vê o Footer sem que seja necessário fazer scroll down, essa funcionalidade teria que inclui uma ilustração cómica, para comprovar que o webmaster é uma pessoa com sentido de humor e não uma pessoa distraída…

Podemos criar o link desta forma:


<body>  

<a name="topo"></a>  

<!-- conteúdo -->  

<a href="#topo">Regressar Ao Topo</a>  

</body>  

ou ainda desta forma caso use a div wrapper:


<body>  
     <div id="wrapper">  

     <!-- conteúdo -->  

     <a href="#wrapper">Regressar Ao Topo</a>  

     </div>
</body> 

regressar ao topo

Contraste Na Cor

Temos notado uma tendência para a criação do Footer bem demarcado do resto do site, através do uso duma cor de background muito mais escura ou clara que o resto do site ou blog.

contraste na cor

Criatividade Nas Ilustrações

O webdesigner nem sempre pode dar asas à sua criatividade no design do site, porque a função do site é prioritária, tornando o design escravo dessa função. Mas, o Footer pode ser o Far West, a terra dos sem lei, o mundo dos sonhos, o elemento do site ou blog onde a criatividade pode correr solta e completamente despida de quaisquer normas.

Afinal, é a última oportunidade de manter o visitante no site ou blog. É o momento certo para arriscar algo diferente.

Criatividade Nas Ilustrações

Links Para Conteúdo

O visitante quando acede a uma página do seu site ou blog caminha para o Footer. É esse o movimento natural de quem procura informação numa página. Pode ler cada palavra do conteúdo dessa página ou apenas ler os títulos e sub-títulos e qualquer highlight, mas, na maioria dos casos, vai fazendo scroll down até chegar ao Footer.

Aí, vai ter que decidir o que fazer a seguir. Uma das opções é abandonar o site ou blog, porque não encontrou a informação que procurava, porque adorou o que leu, mas não encontrou logo a seguir a esse conteúdo uma chamada de acção, call to action, para outros serviços, produtos ou artigos e tutoriais do site ou blog, porque não gostou do que leu…

É esse o momento para convidar o visitante a aceder a outras páginas do site ou blog.

Eu acho que o Footer é o espaço ideal para publicar links para o conteúdo mais popular. No caso de sites ou blogues que usam uma barra lateral, sidebar, onde também publicam links para os artigos recentes, artigos populares, últimos comentários, é necessário decidir o que deve ficar na barra lateral e o que pode ficar no Footer.

links para conteúdo

Tenho visto exemplos de sites que criam quase uma mini página principal no Footer.

Uma ideia excelente, para quem tem um portfolio, é a publicação de trabalhos recentes no Footer, com um link para o Portfolio.

portfolio

A colocação duma caixa de pesquisa no Footer é comum e serve o propósito de oferecer ao visitante uma ferramenta para procura a informação que procurava inicialmente e que não encontrou na página visitada ou para procurar nova informação porque a leitura da página visitada suscitou esse novo interesse.

cnn caixa pesquisa

Sitemap

A ideia do sitemap é similar à ideia da publicação de links para o melhor conteúdo do site ou blog no Footer. Comparativamente, o sitemap permite ao visitante visualizar a estrutura da informação do site ou blog e aceder a páginas específicas, como um formulário de contacto, ou a páginas de categorias ou sub categorias. Num site de informação, não é possível promover os melhores artigos ou tutoriais, dado que não é essa a função dum sitemap.

Publicidade A Serviços E Produtos

No caso duma empresa que vende serviços e produtos, o Footer pode ser uma opção fantástica para promover os melhores serviços e produtos. Podem ser os mais vendidos, mais populares ou os mais rentáveis. Mas, há espaço para concentrar a atenção do visitante para 2 ou 3 serviços ou produtos.

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Sobre O Autor Do Blog

Temos vistos exemplos onde o autor do blog coloca informação biográfica e até uma foto sua no Footer. Dá um toque pessoal ao blog.

Habitualmente, quem visita o blog está numa missão à procura de informação específica. Nem sempre tem tempo ou até está sintonizado psicologicamente para clicar no link Sobre para saber mais informação sobre o autor do blog ou site.

A publicação de informação sobre o autor e uma foto sua no Footer poderá ajudar a que a relação do visitante anónimo com o blog seja mais pessoal. Nem todos os visitantes se tornam leitores por sentirem empatia ou alguma identificação com o autor do blog. Muitas vezes essa fidelização acontece apenas pela qualidade da informação publicada ou dos serviços e produtos. Mas, é mais fácil estabelecer uma relação com uma pessoa concreta, com todas as suas qualidade e defeitos, do que com um blog anónimo. É natural que assim seja. Nós criamos relações sociais, de trabalho e amizade com pessoas concretas, reais, diferentes.

sobre autor

Contactos

Pode complementar na perfeição a ideia de publicar informação sobre o autor no Footer. Mas, também vale por si. A existência dum pequeno formulário de contacto pode gerar um fluxo de interactividade entre o visitante e o autor do site ou blog, seja para esclarecer alguma dúvida, contratar algum serviço e produto ou socializar.

A publicação da morada e contactos de telefone também ajudam a credibilizar a site ou blog e a reforçar a segurança do visitante. Num estudo realizado pela própria Google, em Portugal, a publicação do telefone fixo era o factor mais importante para aumentar a confiança do visitante.

Já realizamos estudos do comportamento dos visitantes em sites de comércio electrónico e verificamos que muitas vezes o visitante clica no link dos contactos, antes de efectuar uma encomenda, apenas para verificar se a informação publicada nos contactos é credível ou não, se inclui ou não um número de telefone fixo, uma morada física, a identificação da pessoa ou empresa. O comportamento posterior desse grupo de visitantes é encomendar ou comprar. Quando clicaram nos Contactos não tinham a intenção de contactar.

contactos

Redes Sociais

Também é uma ideia interessante colocar todos os links para as nossas páginas nas redes sociais no Footer. E também as últimas conversas no Twitter e no Facebook e as últimas fotos no Flickr.

Acho que, porque permite usar mais espaço para esse efeito, é um espaço privilegiado para os streams das redes sociais. Em relação aos links, talvez como repetição, dado que me parece importante apresentar esses links mais acima, para aumentar o CTR e os seguidores no Twitter e Facebook. Mas, cada caso é um caso, ou seja, especial.

Informação Sobre Direitos De Autor, Marcas e Informação Legal

Estamos todos habituados a ver informação sobre copyright no Footer dos blogues e sites. A tendência para aproveitar melhor o Footer não exclui a necessidade de publicar informação legal sobre direitos de autor, marcas, políticas de privacidade e de comentários, condicões gerais de prestação de informaçao, serviços ou produtos. E, se o visitante já está habituado a encontrar essa informação no Footer, não há razão para defraudar essa expectativa.

Programas de Afiliados

As empresas que usam programas de afiliados para promover e vender ou seus serviços e produtos podem também usar o Footer para promover esses programas ou colocar apenas um link para a página do programa de afliados.

Os blogueiros que monetizam o blog através de links de afiliados também podem aproveitar o Footer para promover os posts que geram mais dinheiro através desses links de afiliados.

Muitas vezes, o blogueiro publica um post que rende algum dinheiro, durante alguns dias, mas que depois fica enterrado nos arquivos do blog. Se não receber tráfego dos motores de busca, a única forma de manter esse post vivo em termos de monetização é a respectiva promoção na primeira página do blog. O Footer é uma opção para a promoção desses posts com links de afiliados e com uma história de sucesso em termos de conversões.

15 Dicas Para Aumentar a Usabilidade Do Seu Website

Navegação Activa

Cada página do seu website é uma porta de entrada, por onde entram visitantes. E, quando um visitante entra numa dessas páginas, você precisa de responder à pergunta desse visitante:

Onde é que estou?

usabilidade - onde estou?

Normalmente, a estrutura da informação dum website está organizada em categorias e sub-categorias. Navegação activa é a ideia de mostrar ao visitante a categoria ou sub-categoria a que a página onde ele está pertence, no interface de navegação, ajudando desse modo o visitante a usar melhor o interface de navegação.

Já viu o novo filme do predator? Vários pessoas acordam e estão a cair do céu e precisam de abrir um paraquedas para aterrarem numa floresta desconhecida. Imagine que é você, mas você aterra numa rua duma cidade, a primeira coisa que você vai querer saber, para orientar-se, é onde está, certo? O mesmo acontece com o visitante que aterra numa página do seu website, especialmente se não encontra o que procura nessa página.

Linkar O Logotipo Para A Página Principal / Home Page

Quem é que não está habituado a clicar no logotipo dum website para chegar à página principal desse website? Eu estou, você está, até a sua avó com 100 anos de idade ou o seu sobrinho com apenas 3 anos de idade sabem que clicando no logotipo chegam à página principal.

avó

Quem é web designer tem que conhecer as convenções web e respeitá-las, porque, se não o fizer, vai criar um website mais pobre em termos de usabilidade e obviamente vai perder na taxa de conversões, seja leitores, contactos ou vendas.

Aumentar A Área Para Clicar Num Link

Uma das inovações que aumenta a usabilidade do seu website é a de aumentar a área onde você pode clicar num link. Torna mais fácil a navegação no seu website, especialmente para pessoas com mais dificuldades em termos de visão ou com menor experiência no uso do mouse ou ainda quem acede através do telemóvel e está a tentar clicar com o dedo.

O iPad está a ter um sucesso tremendo. E a navegação é feita com os dedos. Não há mouse. Aumentar a área para clicar, num link de texto, num botão, no menu, em qualquer elemento de navegação é uma dica para adaptar o design do seu website ao iPad.

Personalizar A Página 404

A questão que aqui se coloca é muito simples. Você quer que o visitante que chega no seu website numa página de erro 404 abandone o seu website ou prefere que esse visitante encontre o que procura? Se a sua página de erro 404 não estiver personalizada, o seu bounce rate vai ser 100%.

página 404

O que é isso da página de erro 404?

  • Sempre que um visitante clica num link para uma página do seu website que já foi apagada
  • ou mudou de URL
  • ou ainda quando alguém escreve o URL duma página do seu website, mas escreve mal esse URL

vai aceder à página de erro 404 do seu website.

Escrevemos 2 artigos sobre a página de erro 404. Um dos artigos com dicas para personalizar a página 404, o outro com exemplos reais de páginas 404:

Dicas De Usabilidade Na Tipografia Web

Os jornais de papel percebem MUITO sobre tipografia. É claro que você terá que adaptar os princípios de tipografia que os jornais aplicam para a web, mas não deve ignorar esse know how já estudado e validado pela ciência.

Os seus visitantes não vão ler os seus textos do início ao fim, palavra através de palavra. Podem ler o primeiro e segundo parágrafo. Podem ler os títulos e sub-títulos. Podem ler as palavras em negrito ou em listas. E, se alguma ideia captar a atenção deles, podem até ler vários parágrafos. Se os 2 primeiros parágrafos suscitarem muito interesse, podem ler o texto todo, cada palavra, cada frase, cada parágrafo.

O objectivo do texto é captar a atenção do visitante.

  • Escreva títulos e sub-títulos descritivos.
  • Coloque em negrito qualquer ideia mais relevante.
  • Use listas ordenadas e não ordenadas com frequência. São fáceis de ler, até porque os escritores acabam por resumir melhor o texto que colocam numa lista.
  • Não use uma fonte muito pequena, com muitas palavras por linha. Não recomendo mais de 15 palavras por linha. Pegue num jornal. Veja como eles quebram as linhas de texto em colunas, de modo a permitir pequenas pausas ao leitor.
  • Você lê do meio para os lados? Você é árabe? Lê da direita para a esquerda? Não? Não centralize ou justifique o texto. Alinhe o texto do lado esquerdo.

camelo

Já escrevemos alguns artigos sobre tipografia web:

Dicas De Usabilidade Nos Formulários

Os formulários estão muito ligados aos objectivos dum website de comércio electrónico. Se você quer que os visitantes do seu website o contactem, você vai querer que uma percentagem elevada dos visitantes que acedem à página do formulário de contacto submetam o formulário. Se você quer realizar vendas na sua loja online, você vai querer que uma percentagem elevada dos visitantes que iniciam o processo para finalizar uma compra concluam esse processo. O que você não quer é o abandono do formulário ou do shopping cart.

Vou focar algumas ideias essenciais e depois recomendar um dos nossos artigos:

  • Se ocorrer um erro no preenchimento do formulário, não obrigue o visitante a preencher tudo outra vez. É frustrante e pode aumentar a taxa de abandono.
  • O visitante não é bruxo. Não vai advinhar quais são os campos obrigatórios ou quaisquer requisitos especiais, se você não informar.
  • Não peça mais informação do que a necessária. Quanto mais informação pedir, maior será a taxa de abandono.
  • Um formulário pede quase sempre informação pessoal. Use um certificado SSL para que o visitante sinta confiança e segurança.
  • Vai pedir o email? Informe que não vai usar o email para SPAM, nem ceder o email a terceiros.
  • Não obrigue o visitante a registar-se, para finalizar uma compra. Concluído o processo, convença o visitante a registar-se, para não ter que preencher os dados pessoais sempre que quiser efectuar uma compra.

Recomendo este nosso artigo, que foca aspectos do webdesign na criação dum formulário:

Velocidade De Acesso Às Paginas

velocidade

Não é preciso muito esforço para explicar que você vai perder visitantes e clientes se o seu website demorar demasiado tempo a carregar.

Os visitantes abrem várias tabs ao mesmo tempo. Se o tempo de resposta do seu website for muito lento, o visitante vai dar uma olhada nas outras tabs, que entretanto abriu. Pode encontrar o que procura numa dessas tabs e não voltar mais ao seu website. Ou, continuar a pesquisa e fechar a tab do seu website, porque ainda não carregou.

Escrevemos 2 artigos excelentes sobre dicas para melhorar o tempo de acesso ao seu website:

O próprio Google está a penalizar em termos de SEO os websites que demoram demasiado tempo a carregar. Mais uma razão para você prestar atenção à velocidade do seu website.

Seguir As Convenções Para Web Design

As convenções sobre webdesign não são decorativas. Nem são como aquelas normas que fazem parte da Constituição dum país e que são programáticas:

Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao Poder Público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá- lo para as presentes e futuras gerações.

Em Portugal, acho que nunca vivi dias com tanto calor como neste Verão. Será que estou a ser enganado no meu direito a um meio ambiente ecologicamente equilibrado?

As convenções no webdesign visam criar uma normalidade que facilita o uso do website por parte dos visitantes. Como todos os websites aderem a essas convenções, os visitantes aprendem rapidamente essas normas e depois, quando visitam o seu website, não precisam de perder tempo a aprender a usar o website. Criam hábitos no uso de websites, que você deve respeitar.

Quem é que não sabe que a cor convencionada para os links é o azul? E que são sublinhados? E que mudam de cor, depois de clicados? Se você não respeitar estas convenções, vai ter visitantes frustrados, que não sabem usar o seu website. Será que vão querer aprender? Ou vão fechar a tab onde está o seu website?

Quer ser original, criativo, brilhante, genial? Força. Depois de fazer isso tudo, coloque uma foto do seu website no espelho que você usa todas as manhãs. Assim, depois de acordar, você vai poder olhar para a sua obra de arte e para o seu ego…

A Função De Pesquisa

pesquisa

Já viu caixas para pesquisar com uma width tão reduzida que é necessário apontar bem o rato para escrever a primeira letra? Parece que são caixas para soletrar, porque nem dá para ler uma palavra inteira…

O problema é que quando você escreve numa caixa de pesquisa, você gosta de rever o que escreveu e, por vezes, editar. Se não for capaz de ler o texto que escreveu, sem um esforço suplementar, estamos perante um problema de usabilidade, que é fácil de resolver. Só precisa de aumentar a width da caixa de pesquisa…

90% das pesquisas cabem numa caixa de pesquisa cuja width permite 27 caracteres.

A Hierarquia Da Informaçao

Escreva a informação mais importante nos 2 primeiros parágrafos. Se não conseguir convencer o visitante, nos 2 primeiros parágrafos, a ler o texto, não importa o que você vai escrever nos restantes parágrafos, porque ninguém vai ler.

A hierarquia da informação deve corresponder a uma pirâmide invertida. É preciso investir no título e nos 2 parágrafos iniciais, para captar a atenção do visitante. É o que os jornais fazem.

Anchor Text Descritivo

Já pediu indicações na rua, porque estava perdido ou não sabia a localização duma morada?

Podia indicar onde fica aquele restaurante com empregadas simpáticas onde cozinham comida gostosa?

Vai continuar perdido…

Quando você coloca um link no seu website, deve explicar ao visitante qual o destino desse link. Você pode explicar na frase ou parágrafo onde coloca o link. Mas, para também otimizar o artigo em termos de SEO, o melhor é usar um anchor text explicativo e descritivo. Leia o anchor text que usamos nos vários links que colocamos neste artigo. Não dá para criar uma expectativa sobre a informação que vai encontrar na página de destino desses links? Penso que sim.

A vida é muito curta. Já observou pessoas a caminhar, numa cidade grande, numa daquelas ruas muito movimentadas? Parece que estão a fazer marcha forçada. Quase correm… Quem visita o seu website, não está a fazer turismo. Se não for previsível a informação por detrás dum link, ninguém vai clicar.

Acções Abusivas Que Geram Desconfiança

Não coloque um link para um ficheiro PDF ou para qualquer outro ficheiro que o visitante tem que descarregar ou ler noutra aplicação, sem informar previamente. É um abuso! A única coisa que você vai conseguir é uma quebra de confiança.

O visitante está a usar o browser para navegar no seu website e de repente há uma outra aplicação no computador do visitante que abriu, só porque o visitante clicou num link?! Com a paranóia justificada que existe em relação a segurança, este tipo de surpresa não ajuda a criar uma relação de confiança que fidelize o visitante.

O mesmo acontece com pop-ups.

Não redimensione a janela do browser. Isso é crime!

segurança

Quem Somos?

Já que estamos a falar sobre confiança, é importante dar a conhecer a empresa, o empreendedor, o blogueiro, o empresário, o escritor, a pessoa responsável pelo website, numa das páginas do seu wesbite.

A importância de você dar a conhecer quem você é aumenta na proporção da sua vontade de criar uma comunidade, de dialogar com os visitantes.

Prefere falar com uma pessoa que você conhece, a quem vai tratar pelo primeiro nome, ou com uma pessoa anónima, que usa uma máscara? Em qual destas duas pessoas você vai confiar mais?

Evitar A Cegueira Dos Visitantes Aos Anúncios De Publicidade

Os visitantes já conseguem identificar os anúncios de publicidade em milésimos de segundo e ignoram esses anúncios.

Não promova conteúdo do seu website com o mesmo formato dum anúncio de publicidade. Os visitantes podem confundir essa informação com um anúncio publicitário e ignorar completamente.

KISS

beijo

Na internet, a simplicidade funciona. Esse princípio chama-se KISS. Não! Não! Não! Não é beijo!. São os acrónimos de Keep It Simple Stupid.

Teoria Das Cores

Dentro dos princípios do design, a cor é um dos mais importantes. Não precisa nem trabalhar com layout para saber quando o esquema de cores foi mal escolhido. Isso porque as cores possuem significado intrínseco para o ser humano.

Selecionar as cores certas para criar, seja um banner ou um layout, é uma das tarefas mais árduas para o web designer. Isso porque as cores comunicam diferentes estados para cada pessoa ou povo e a mistura delas abre ainda mais possibilidades de interpretação. Para dificultar também existe a diferença de percepção. O que para você é um alaranjado, para outra pessoa pode ser um vermelho fraco.

Mesmo contando com tantas variáveis, são distinguíveis diretrizes que podemos seguir para compor a paleta básica do gráfico a ser criado. E neste artigo você aprenderá quais são elas. Mas antes de tudo vamos começar entendendo o que é a cor e como ela é formada.

A Cor

Um objeto é verde porque de todos os comprimentos de onda, a única que ele não absorve, então reflete, é o comprimento percebido por nós como verde. Já a intensidade vai depender da quantidade de luz e outras variáveis.

Se um objeto não absorver nenhum espectro de onda é percebido como branco, enquanto que, se absorver todos, é preto.

Esta informação é captada pelo olho por células localizadas na retina chamadas células cone e bastonetes, estes últimos reconhecem a quantidade de luz. Com a quantidade destas células variando entre as pessoas entendemos porque a mesma cor é percebida com diferença.

No monitor e demais dispositivos eletrônicos, a cor é criada de forma aditiva. Três pixels são convocados para criar uma cor. Um ponto vermelho são três pixels somados com voltagens diferentes.

A cor também é conhecida como matiz. A pureza da cor é chamada de saturação. À medida que for adicionada preto, branco ou cinza à cor esta pureza diminue. A luminosidade da cor, se ela é mais clara ou escura é rotulada valor. Cores claras tem valores altos, escuras tem o valor baixo.

O tom é a adição de cinza na cor base resultando em uma cor mais sóbria e suave. Para tons claros adiciona-se o branco.

Circulo Cromático

Uma forma encontrada para representar a relação entre as cores é o círculo cromático. A relação existente diz respeito à derivação das cores resultado da mistura de outras. Sabendo que as cores primárias, vermelha, azul e amarela são a base do círculo e as adjacentes o produto da mistura entre elas.

A disposição das cores no círculo cromático não é feita por simples conveniência. Existe um significado, uma relação entre elas, que facilita na hora de escolher as cores para compor o design.

Veja que o branco, preto e cinza não aparecem no círculo cromático. Juntamente com cores pastel como marrom, bege e creme elas são conhecidas como cores neutras muito úteis como cor base devido à discrição.

Relação Entre As Cores

Você pode tanto criar o seu próprio esquema de cores quanto utilizar um dentre os existentes como resultado da relação entre as cores.

Monocromático
Você escolhe uma cor e trabalha com as variantes de tonalidade dela. Por exemplo, trabalhar com o azul, azul-escuro, azul-claro, adicionando cinza, preto ou branco para criar outras nuances do azul.

Análoga

Neste esquema você utiliza três cores vizinhas no círculo. Utilizando de exemplo o círculo cromático acima, podemos criar um esquema com o verde-claro, amarelo e alaranjado e seus tons.

Complementar
Escolha duas cores opostas no círculo cromático e você consegue um esquema de cores que funciona chamado de complementar. Não é aconselhável utilizar elas com a saturação natural já que isso cria um contraste muito forte. Se for utilizar o verde puro, adicone um tom de vermelho e não a cor pura.

Tríade

Escolha no círculo cores eqüidistantes como verde, violeta e alaranjado. Cria-se desta maneira um esquema menos óbvio apesar de harmonioso.

Significado Das Cores

Um aspecto importante a ser observado no trabalho com as cores é que elas transmitem sensações. Isso se deve a analogia. A brasa do fogo é vermelha e quente, então a cor vermelha remete a calor. Enquanto que o gelo muitas vezes é azul-claro, então a cor fica associada ao frio.

Sendo assim cores quentes são: vermelho, alaranjado e amarelo. Cores frias são: azul, verde e roxo/violeta.

Mas estes significados não são universais. É preciso avaliar o público-alvo e pesquisar que significado eles dão para a cor. O vermelho que remete a paixão nos paises ocidentais, pode lembrar Aids nos países africanos assolados pela doença, onde as campanhas têm esta como cor predominante.

O significado das cores apresentado neste artigo leva em consideração a cultura ocidental, se o público for asiático, africano ou qualquer cultura que não se encaixa exige um pouco mais de pesquisa.

Vermelho

Uma cor enérgica, quente e estimulante. Tanto que é associada ao coração, amor já que é a cor do sangue. A visualização do vermelho em grandes áreas aumenta a pressão sanguínea e a respiração. Também pode lembrar raiva e perigo. Evite utilizar em grandes regiões já que pode gerar desconforto visual. Muito útil quando você quer destacar alguma região do site.

Utilizada em tonalidade mais escura associada a uma cor neutra como o bege pode criar um ambiente mais sofisticado.

Alaranjado

Uma versão mais branda do vermelho em se tratando de estímulo. É energética associada à vitalidade e juventude. Em tons escuros lembra o outono. Mais acertada a utilização em pequenas áreas do que grandes.

Amarelo

Altamente estimulante ao olhar é a mais clara das cores quentes. Sendo da cor do sol remete a esperança e felicidade. Em tom médio lembra o ouro o que ajuda a criar a sensação de valor e durabilidade. Em dupla com o preto sinaliza perigo.

Azul

Responsabilidade se for mais escuro, tranqüilidade e jovialidade quando mais claro. Utilizado quando o assunto é saúde. Sendo a cor do céu remete ao paraíso, então apresenta conotação espiritual.

Verde

Quando se fala nesta cor sem dúvida nos vem à imagem da natureza. Representa também crescimento, riqueza sendo a cor do dólar, saúde, frescor e tranqüilidade em uma tonalidade mais clara.

Roxo/Violeta

A cor de uma classe social, a realeza. Utilizada também para remeter á imaginação, criatividade e exclusividade. Também tem um sentido espiritual.

Neutros

Nas cores neutras entram o preto, branco, cinza, bege, creme e marrom. Muito úteis como cores de fundo, funcionam em dupla com cores quentes e frias.

O preto possui um lado positivo remetendo ao poder, elegância, sobriedade e outro negativo associado à morte e mistério.

O branco só tem atributos positivos, claridade, pureza, cuidados com a saúde e inocência. Comum no design minimalista por ser considerada a mais básica das cores.

O cinza é formal. Lembra ambiente estruturado e por isso tem haver com profissionalismo. Tem também o lado depressivo por não oferecer estimulação visual quando em tom médio.

O bege funciona como contraponto de cores quentes. Quase sempre no fundo como textura.

O marrom é permanência, por isso é confiança e segurança. Cor de chocolate, da terra e árvores. Mas dependendo do tom pode ser entediante.

O significado de uma cor pode variar drasticamente dependendo das cores vizinhas. E não somente o significado, mas a cor em si também.

Ferramentas e Comunidades Online

Existem diversas ferramentas online que facilitam na hora de criar um esquema de cores para o seu trabalho. Duas das mais interessantes são:

Color Schemer Online – Você escolhe a cor base e ele lista as cores sugestões de cores que combinam com seus respectivos valores RGB e hexadecimal. Oferece uma versão para desktop.

Color On The Web – Você pode criar a cor base através de controles deslizantes ou colocando o valor hexadecimal e clicando em “set”. Sugere esquemas conforme a relação entre as cores, como análogas e complementares. Também traz variantes da mesma cor com saturações e matizes diferentes.

A Colour Lovers é uma das mais ativas comunidades dedicadas ao compartilhamento de informações sobre cor. Oferece a possibilidade de criar paletas online e compartilhar com os outros usuários. Tornando-se grande fonte de inspiração e descobertas.

Conclusão

O estudo das cores é um assunto instigante que exige muito estudo e prática. Você pode exercitar a criação de paletas pegando imagens simples e selecionando as cores componentes. Você verá como a natureza por si só já oferece grandes combinações de cores.