Guia WordPress 3 Parte 1 – Introdução

Olá caros leitores!

Após alguns meses de lançamento e provando ser realmente melhor que a versão anterior, resolvemos fazer um guia completo do novo WordPress 3 que irá cobrir todas as novidades com todos os detalhes bem explicados.

Esse guia será composto apenas por uma série de artigos, onde cada recurso novo será totalmente “dissecado” de forma prática para que você possa realmente “colocar a mão na massa”. Espero que todos possam aproveitar ao máximo e com isso começar a utilizar o novo WordPress que já está na versão 3.04.

O guia foi escrito para quem já trabalha com o WordPress 2.9, portanto caso você seja um novato no assunto ou nem sabe do que estou falando, não se preocupe, pois nós lançamos também pensamos em vocês. Existe outra série, chamada WordPress a Fundo!, na qual realmente cada detalhe desse maravilhoso CMS foi explicado, do mais básico ao mais avançado.

Portanto essas duas séries poderão ser encaradas como “um grande curso a distância”, pois além de tudo explicado, você ainda poderá tirar todas as dúvidas conosco utilizando os comentários de cada artigo. Aproveite também é deixe sua crítica, elogio, indicações ou qualquer outra coisa que você queira escrever. O importante é participar!

Começando

Para começar você já deve ter um conhecimento de “gerenciamento” do WordPress. Se é novato, leia todos os artigos da série WordPress a Fundo! E mesmo aqueles que já detêm um pouco de conhecimento, mas estão com dúvidas em algumas partes, também aconselho ler e reler a serie já indicada.

O passo seguinte é “ficar por dentro” das mudanças do novo WordPress, pelo menos de uma maneira geral. Por isso aconselho a leitura de mais três artigos antes de continuar, todos já publicados aqui no Webmaster.pt:

  1. Conheça O Novo WordPress 3.0;
  2. Lançamento do WordPress 3.0 RC1;
  3. Finalmente Lançado o WordPress 3.0;

Após o lançamento da versão 3.0 em 17 de junho de 2010 já foram lançadas algumas atualizações, sendo que atualmente está disponível a versão 3.0.4, lançada em 29 de dezembro de 2010 e que corrige bugs e falhas graves no CMS, sendo praticamente exigência sua atualização. E é essa a versão que nós iremos utilizar nesse guia.

Por isso o próximo passo é o download do arquivo, que é feito no próprio site do WordPress.ORG. Os links você confere logo abaixo, em inglês e português:

A escolha do idioma vai a gosto de cada um. Depois do download chegou a hora da instalação.

Instalando o WordPress

O processo de instalação é exatamente igual à versão 2.9 exceto a possibilidade de criar o nome de usuário e senha do administrador principal.

Em caso de dúvidas sobre instalação e configurações iniciais, nós do Webmaster.pt também pensamos nisso, pois temos uma pequena série conhecida como “instalação a fundo!” que realmente explica tudo. A lista com todos os artigos do WordPress você encontra nesse link.

Atualizando Para a Nova Versão

Atualizar a versão do WordPress é um assunto muito sério e portanto “todo cuidado é pouco” na hora de fazê-lo. Por isso a versão 3 trabalha de uma forma mais segura e funcional quando se trata da atualização.

E como sempre pensamos em te ajudar, também disponibilizamos uma pequena série de artigos que trata exatamente desse assunto. Nele, além de aprender sobre o processo de atualização do Core, também aborda a atualização de temas e plug-ins. Foram detalhados todos os passos realmente importantes e necessários, incluindo aí o backup dos arquivos e do banco de dados.

Portanto não precisa procurar aí pela internet como proceder, pois já trazemos tudo “bem mastigado” para você. Agora não tem mais desculpa para usar a nova versão do WordPress, pois além de tudo você pode tirar as dúvidas conosco.

O que vem a seguir?

Depois de instalada ou atualizada, a nova versão ainda conta com muitas outras novidades. E acessando o Painel de Administração você vai notar logo a diferença, começando pelas cores, agora mais claras.

Alguns itens também mudaram de lugar e outros foram acrescentados. Portanto é necessário reaprender a usa-los. Mas isso será assunto para a segunda parte desse fabuloso guia.

E caso você encontre alguma dificuldade ou tenha dúvidas, pode perguntar nos comentários que estaremos prontos para te ajudar.

Um Abraço e fiquem na paz!

Como Transferir Um Blog Do Blogger Para WordPress

Caros leitores e amantes do WordPress!

Cansou do Blogger, está convencido das vantagens do WordPress e agora está querendo migrar mas não sabe como? Acredite, isso é muito fácil de ser feito e você não irá perder nada do conteúdo do seu blog cadastrado no Blogger.

Pode ser feito tanto por usuários iniciantes como por profissionais que querem migrar as contas de seus clientes. Então vamos lá?

A primeira coisa a ser feita é o backup do seu banco de dados WordPress. Procure o artigo que trata do assunto, pois em caso de problemas, é melhor fazer a restauração para não perder nada.

Depois, no seu WordPress, clique no botão ‘Blogger’ localizado na área ‘Ferramentas > Importar’, tendo então acesso à seguinte tela [figura 1]:

Ferramentas Importar

As instruções nessa tela apenas dizem que você precisa ter uma conta no Google e um blog hospedado no blogspot.com ou num domínio personalizado. Vale lembrar que a importação não irá funcionar na versão antiga do Blogger, antes da era “Beta”.

Depois de ler tudo, apenas clique no botão ‘Autorização’ e você será convidado a inserir os dados da sua conta do Google [figura 2]:

dados da sua conta do Google

Logo depois será necessário autorizar o seu domínio com o WordPress instalado a acessar a conta do Google clicando em ‘Conceder acesso’ [figura 3]:

Conceder acesso

Confira ser é realmente o seu domínio que está solicitando a autorização. Logo após você será apresentado à tela de importação [figura 4]:

tela de importação

Nessa tela estão todas as informações referentes aos blogs cadastrados no Blogger. Se houver mais de um blog, também será mostrado nessa tela, conforme você pode conferir na figura 5:

blogs cadastrados no Blogger

Para cada blog existirá o botão ‘Importar’ que adicionará automaticamente todos os posts e comentário do blog em questão. Assim que finalizado o botão mudará para ‘Definir autores’ que o levará para outra tela [figura 6]:

Importar

Quando a importação é feita, todos os posts são automaticamente atribuídos ao atual usuário logado, ou seja, quem fez a importação. Caso você queira mudar o autor para todos os post, basta selecionar seu nome de usuário na lista suspensa e clicar no botão ‘Salvar alterações’.

O WordPress dá uma dica super legal nessa área: é possível alterar os autores para todos os posts de um determinado blog do Blogger quantas quiser, até que a função reiniciar seja ativada. Ou seja, mesmo que você faça logoff, o WordPress continua “autorizado” a acessar a conta no Blogger.

Para reverter essa situação basta clicar no botão ‘Limpar as informações da conta’, que irá apagar todas as dados da conta do Google e retirar a autorização para acessar o Blogger.

Os posts e comentários importados não terão suas datas de publicação alteradas para o momento em que foram adicionadas ao WordPress e sim continuarão com as datas do Blogger.

Além disso, os marcados adicionados ao posts irão ser convertidos em categorias [figura 7]:

marcados adicionados ao posts irão ser convertidos em categorias

Por isso é importante você dar uma “conferida” e se possível organizar os posts, definindo as categorias e o autor correto para cada post e ainda adicionando as tags, pois vem com ‘Nenhuma tag’. Faça a mesma coisa com os comentários, confira tudo para que a organização do seu blog seja mantida.

Uma coisa que achei bem interessante e útil é que o WordPress reconhece quando o post / comentário já foi adicionado, emitindo o seguinte erro [figura 8]:

WordPress reconhece quando o post / comentário já foi adicionado

Antes de finalizar o artigo, quero deixar uma última dica: informe ao Blogger seu novo domínio, pois isso facilita a vida de seus visitantes e não os deixará na mão, pois será criado um redirecionamento. Isso é feito nas configurações avançadas do Blogger.

Em caso de qualquer dúvida, entre em contato conosco utilizando os comentários abaixo. Também fico esperando sugestões, críticas e elogios.

Fiquem na paz!

Ferramentas Do WordPress – Importação De Outros Blogs

Olá leitores!

Como já bem sabemos há muito tempo, o WordPress possui diversas vantagens sobre os demais concorrentes quando se trata de blogs. Calma! Não irei fazer uma lista de vantagens desse fabuloso sistema de blogs frente aos demais no mercado.

Mas irei fazer uma pergunta, direcionada aos usuários de outras plataformas: o que impede a migração para o WordPress? Muitos com certeza responderiam: não quero perder o meu conteúdo!

Mas aí entra uma grande vantagem do WordPress que eu terei que falar, que é a facilidade de importar dados de outros sistemas, dentre os quais podemos citar o Blogger, LiveJournal, DotClear, TypePad e o Joomla.

importar outros blogs

Mas não pense que o WordPress faz a importação somente de posts, pois também são incluídos os comentários, links, tags, categorias, links e RSS. É claro que alguns dão um trabalhinho extra, porém os mais famosos são feitos de maneira bem fácil.

Todos os sistemas suportados encontram-se em ‘Ferramentas > Importar’ e cada um se comporta de uma maneira diferente. Em alguns sistemas, o WordPress conecta-se
diretamente e aí faz a importação automaticamente, enquanto que em outros é necessário gerar o arquivo de exportação compatível, que será carregado e inserido no banco de dados.

Cuidado! – Cópia De Segurança Do WordPress

seguranca

Antes de importar qualquer conteúdo ao seu WordPress, faça um backup de toda a sua base de dados e dos arquivos. Às vezes isso pode parecer meio chato e trabalhoso de ser feito, mas você não vai querer perder tudo só por causa disso não é? Os passos necessários para isso você encontra em outro artigo aqui mesmo no Webmaster.pt.

Outra verificação importante é conferir o limite de memória do PHP configurado no Host. Isso é feito no arquivo php.ini. Mais detalhes sobre isso você confere em outros artigos ou no site oficial do PHP. Se durante a importação ocorrer o erro ‘Fatal error: Allowed memory size of 8388608 bytes exhausted’ será necessário então aumentar o limite.

Se ocorrer algum erro durante a importação e o arquivo tiver sido carregado pela metade e você reinicia o processo, alguns problemas poderão ocorrer, tais como:

  • Duplicidade de informação;
  • Perda de dados;
  • Erro no banco de dados;

Daí a necessidade do backup e seguir todos os procedimentos nos mínimos detalhes. No caso de algum dos erros citados abaterem sobre você, basta fazer a restauração do banco de dados e problema resolvido!

No caso de você utilizar servidor de hospedagem, entre em contato com eles, pois provavelmente eles têm um suporte bem qualificado e poderão te ajudar em todas as etapas.

Tipos De Arquivos

A importação é possível graças à padronização de sistemas visando sua interoperabilidade, ou seja, a capacidade dos sistemas de se comunicarem entre si. E o WordPress também dá a devida atenção à isso.

Para que essa “comunicação” seja feita com sucesso, devemos agradecer principalmente ao XML (eXtensible Markup Language), que é capaz de descrever diversos tipos de dados.

XML

Não vou entrar em diversos detalhes técnicos, mas com o XML criou-se a possibilidade de compartilhar informações de maneira muito fácil, principalmente pela internet. Seu uso também é muito comum em web services.

É claro que existem diversos outros formatos de importação, incluindo aí o habitual arquivo de texto (*.txt). Por isso é muito importante ficar atento se o tipo de arquivo gerado na exportação é compatível com o WordPress que inclusive também exporta um arquivo chamado de WordPress eXtended RSS ou WXR, mas não se engane, pois é um arquivo XML.

Outro tipo de arquivo utilizado é o OPML. A Wikipédia a descreve como:

OPML é um formato XML de listagem nativo de aplicações outliner, porém, é utilizado para listar feeds RSS que podem ser abertos e lidos por agregadores de feed. […]

Sua tecnologia permite que o usuário faça um backup dos endereços de feeds RSS que costuma ler podendo transportá-lo entre um agregador e outro que seja compativel com este formato de arquivo e compartilhar sua leitura com outros enviando sua lista a eles.

Então sempre fique atento ao tipo de arquivo utilizado e confira se ele é realmente compatível com o WordPress.

Conexão Com O Banco De Dados

Outra forma do WordPress fazer a importação de dados é através da conexão direta com o banco de dados da origem, como no caso do DotClear e do LiveJournal, por exemplo.

Nesse caso a recomendação é que seja conferido realmente se os dados de acesso estão corretos e principalmente se está apontando para a base de dados correta.

Existe ainda as importações e conversões feitas diretamente no banco de dados, como é o caso do Drupal. Mas isso já é outro assunto.

Organização

Talvez você ache estranho esse título num artigo do qual estou tratando de importação, mas pense comigo: estou inserindo conteúdo no meu WordPress, divido em posts, comentários, Feed RSS, links e tags.

Se eu não administrar toda essa informação, o meu blog vai virar uma bagunça total e ainda vou colocar a culpa no WordPress. Lembre-se de que ele é apenas um sistema, que está sendo gerenciado por você. Então antes de culpar o pobre cuidado, veja se o erro não está contigo!

Além da administração do próprio conteúdo, outros itens também não podem ficar de fora. Esses itens irão variar do tipo de informação importada. Citando alguns exemplos nós temos os links permanentes, a nova URL, a pasta de upload, URL dos arquivos e outros.

Então já viu que não será possível detalhar tudo isso em apenas um artigo, não é verdade? Mas não se preocupe, pois nós estamos aqui para facilitar a sua vida e nos próximos, com certeza, cada ponto será muito bem explicado, incluído as importações mais complicadas.

E assim chegamos ao fim desse artigo “teórico”. No próximo iremos praticar alguma coisa, pois essa é melhor maneira de se aprender.

E fique a vontade para fazer qualquer comentário. Quero saber a sua opinião. Fiquem na paz e até o próximo encontro.

Links Úteis e Referências

  • http://pt.wikipedia.org/wiki/XML
  • http://pt.wikipedia.org/wiki/Web_service
  • http://pt.wikipedia.org/wiki/Interoperabilidade
  • http://pt.wikipedia.org/wiki/OPML

Ferramentas Do WordPress Parte 1: Google Gears

Olá grandes leitores desse fantástico blog!

Hoje estaremos iniciando uma nova jornada nesse fabuloso CMS. Vamos entrar em detalhes sobre todas as ferramentas disponibilizadas nativamente. Isso é muito importante, pois ainda estamos ensinando aos “novatos”, mas tenho certeza de quem já tem alguma experiência sempre tem algo novo a aprender. Quem sabe não seja nesse artigo?

Para começar iremos falar da função “turbo” do WordPress, que promete deixar as páginas mais rápidas. Na verdade essa função nada mais é do que uma implementação do Google Gears, uma tecnologia muito interessante que é explicada de forma simples pela Wikipédia:

Google Gears é uma API (Interface de Programação de Aplicativos) que visa ampliar a funcionalidade de aplicações web através do armazenamento local de dados fornecidos online, para uma utilização off-line.

Desenvolvido por Google, Gears é um projeto open source com licença BSD e, graças a isso, tem sido gradualmente incorporado em serviços web não pertencentes à empresa que o criou.

Utilizando o Google Gears, uma aplicação baseada na web cria um banco de dados, baseado no SQLite, no sistema local do cliente, armazenando em cache as informações fornecidas via rede. Periodicamente os dados do cache local são sincronizados com os dados on-line. A sincronização é feita individualmente para cada computador e para cada navegador.

No WordPress, entretanto, serão armazenados as imagens, os scripts e arquivos CSS localmente, agilizando assim o carregamento desses arquivos. Ou seja, seu WordPress não irá funcionar off-line, como acontece com o gmail.

A ativação do turbo só é possível quando o Google Gears estiver instalado no seu computador. Mas não se preocupe, pois o WordPress te ajuda até nessa parte, pois adiciona uma atalho para uma instalação tranquila e indolor. 😀

Basta clicar no botão ‘Turbo’ que está no cabeçalho do Painel de Administração [figura 1]:

Turbo

Assim você será levado diretamente à área de ‘Ferramentas’ do WordPress [figura 2]:

Ferramentas

Caso o botão ‘Turbo’ não esteja disponível no seu WordPress significa que o Gears já está instalado. Basta então prosseguir diretamente para ativação do Gears, também disponível em ‘Ferramentas > Ferramentas’.

Instalação Do Gears

Para instalar o Gears, basta clicar no botão ‘Instalar agora’, que na verdade é um link para o site oficial da API [figura 3]:

Gears

Basta agora clicar no botão ‘Install Gears’, aceitar o termos do serviço e fazer download do arquivo ‘GearsSetup.exe’. Para executar esse arquivo será necessário ter privilégios administrativos no seu computador.

Depois de executar o arquivo, um novo download será feito automaticamente [figura 4]

novo download

e logo após confirme a reinicialização do navegador [figura 5]:

reinicialização do navegador

Será instalado um complemento no Firefox e no Internet Explorer, ao contrário do Chrome, que já vem pré-instalado.

Ativando o Gear

Depois de instalado, vá em ‘Ferramentas > Ferramentas’ no painel administrativo do WordPress e clique no botão ‘Ativar Gears’ [figura 6]:

Ativar Gears

Será emitido um aviso, sendo necessário você marcar a opção ‘Este site é confiável. Permita que ele use o Gears’ e clicar no botão ‘Permitir’ [figura 7]:

Gears

Agora sim, com o Gears ativado os arquivos serão enviados para o seu computador, sendo isso informado ainda nessa página [figura 8]:

Gears ativado

Assim que finalizado, será exibida a informação de Atualização concluída. Faça um testa agora fazendo logoff no WordPress e reiniciando o navegador. A diferença será notável!

Em caso de outra mensagem, como de erro ou que a atualização não foi concluída, reinstale o Gears, sendo necessário primeiro desinstalar por completo o programa e o plug-in do seu navegador e então o ative novamente.

Outra informação muito importante: não faça esse procedimento em computador público ou compartilhado, exceto no caso de você realmente querer que os outros tenham acesso à área administrativa do seu blog, pois os arquivos poderão ser acessados localmente.

E assim você aprende mais um pouco sobre o WordPress e ainda de quebra sobre o Google Gears. Fico esperando seus comentários com dúvidas, sugestões, críticas ou elogios. No próximo artigo continuaremos. Até lá!

Links Úteis e Referências

  • http://pt.wikipedia.org/wiki/Google_Gears

Configurações Do WordPress Parte6 Privacidade e Links Permanentes

Olá leitores de plantão!

Bem vindo ao último artigo que compõe essa mini coletânea de configuração do WordPress. Iremos abordar sobre as opções de privacidade e de Links Permanentes. Espero que você aprenda e coloque tudo em prática o que será explicado aqui.

Privacidade

Para começar, vamos falar da área de ‘Configurações > Privacidade’ que possui somente uma opção com dois caminhos [figura 1]:

Configurações  Privacidade

Visibilidade do Blog: escolhendo o primeiro caminho, ‘Quero que o meu blog seja visível para todos […]’, o WordPress será público e qualquer pessoa poderá encontra-lo, quer por meio dos mecanismos de busca, quer por meio de indexadores. Já escolhendo ‘Quero bloquear mecanismos de busca […]’, você terá o seguinte resultado:

  • Será gerado automaticamente o código
    <meta name='robots' content='noindex,nofollow' />
    dentro das tags
    <head></head>
    se o wp_head usa-lo, no código-fonte do WordPress. Isso fará com que os mecanismos de busca ignorem seu blog / web site;
  • Também impedirá qualquer busca dentro do diretório de instalação do WordPress, caso esteja instalado na raiz do servidor, pois enviará automaticamente o comando ‘User-agent: * Disallow: /’. Isso quando o arquivo ‘robots.txt’ não existir na raiz do domínio;
  • Irá parar todos os pings e outros serviços XML-RPC especificados em ‘Serviços de Atualização’ de ‘Configurações > Escrita’;
  • Ocultará todos os ‘Serviços de Atualização’ de ‘Configurações > Escrita’ enviando uma mensagem de que o WordPress está com opções de privacidade ativado;

É claro que as mudanças serão ativadas quando forem salvas clicando no botão ‘Salvar alterações’.

Links Permanentes

Os links permanentes ou permalinks são realmente um recurso muito útil para os blogs, principalmente para a prática do SEO. O WordPress, como melhor CMS voltado para blogs do mundo criou uma área exclusiva para esse recurso, com alguns exemplos prontos para serem usados.

Os permalinks serão aplicados automaticamente no seu WordPress quando ativados. Vale lembrar que numa instalação local são necessários alguns ajustes no apache para a correta exibição, pois caso contrário você terá a famosa página 404 na tela.

A área destinada a esse recurso encontra-se em ‘Configurações > Links Permanentes’ e basicamente possui quatro opções [figura 2]:

Links Permanentes

  • Padrão: exibe os links sem permalinks aplicados;
  • Estrutura Personalizada: existe uma grande variedade de tags disponíveis e você pode personaliza-lo da forma que quiser. O WordPress, deixa três exemplos para você começar a usa-los: Dia e nome: aplica as tags ‘/%year%/%monthnum%/%day%/%postname%/’ deixando o permalink parecido com
    http://seudominio/2010/06/16/titulo-do-post/; Mês e nome: irá aplicar as tags /%year%/%monthnum%/%postname%/ deixando o permalink parecido com
    http://seudominio/2010/06/titulo-do-post/ Numérica: aplicará as tags ‘/archives/%post_id%’ deixando permalink parecido com
    http://seudominio/archives/597
  • Base da categoria e da tags: permite definir em cada um dos campos uma tag personalizada para as páginas de categorias e tags. Vamos supor que você adicione como base a palavra ‘materias’ para categorias e ‘aulas’ para tags, o permalink ficara dessa forma, respectivamente:
    http://seudominio/materias/historia/
    http://seudominio/aulas/descobrimento-do-brasil/

E assim finalizamos toda a parte de configuração do WordPress, explicando todo o necessário nos mínimos detalhes. É claro que existe ainda muita configuração avançada, mas isso você irá encontrar em diversos artigos do Webmaster.pt.

Em caso de dúvidas, sugestões, elogios ou críticas não deixe de usar os comentários para isso. Com certeza você está entre pessoas dispostas a te ajudar.

Fiquem na paz e continue conosco! Até.

Links Úteis e Referências

  • http://pt.wikipedia.org/wiki/Robots.txt
  • http://pt.wikipedia.org/wiki/Permalink

Configurações Do WordPress Parte5 Mídia

Olá pessoal!

Estamos diante de um novo e exclusivo artigo, tratando sobre as configurações do WordPress. Dessa vez iremos explorar todas as opções relacionadas às mídias desse fabuloso CMS, incluindo as opções diversas, com configurações de upload dos arquivos. Preparado? Então vamos lá!

As opções encontradas em ‘Configurações > Mídia’ são poucas, mas é preciso estar atento a alguns detalhes, que se não forem bem configurados irão trazer muita dor de cabeça e desperdício de tempo na hora de criar ou editar posts e páginas.

As Configurações Disponíveis [figura 1]:

Configurações Disponíveis

  • Tamanho da miniatura: defina o tamanho das miniaturas que serão criadas assim que o upload for concluído. Quando você marca a opção ‘Recortar a miniatura nas dimensões exatas’ o WordPress, além de redimensionar, ainda “corta” o cento da imagem no tamanho definido, caso contrário apenas redimensiona a imagem. Veja a diferença [figura 2]: redimensiona a imagem
    Repare que imagem redimensionada, ele reduziu a imagem tendo como base a largura e na recortada a altura, “cortando” na largura definida. Veja outro exemplo [figura 3]: redimensiona a imagem
    Aqui foi o contrário, pois na imagem redimensionada o foi tomado como base a altura e na recortada a largura, cortando na altura definida. Nota-se que o WordPress preserva o máximo possível as imagens recortadas e por isso para mim é a melhor opção.
  • Tamanho médio e Tamanho grande: é possível definir a largura e altura máxima das imagens carregadas no WordPress, para o tamanho médio e grande. Esses tamanhos são uma referência quando as imagens são adicionadas ao posts ou páginas, conforme você pode conferir nas figuras 4 e 5:
    Tamanho médio e Tamanho grande
    Tamanho médio e Tamanho grande
    Repare que a imagem é redimensionada proporcionalmente, tendo como base a altura ou largura máxima (o que chegar primeiro! :D).
  • Auto-embeds: a única opção disponível é a ‘Tentar incorporar automaticamente todos URLs sem formatação’. Quando marcada, tenta adicionar todas as URLs das mídias incorporadas como texto simples;
  • Tamanho máximo da mídia incorporada: define a largura e altura máxima das mídias incorporadas, lembrando que ‘Se o valor da largura for deixado em branco, por padrão os embeds (as mídias incorporadas) terão a largura máxima de seu tema’;
  • Salvar alterações: aplica todas as mudanças feitas;

As opções encontradas em ‘Configurações > Diversas’ dizem respeito a praticamente ao envio de arquivos e são elas [figura 6]

Diversas

  • Armazenar arquivos enviados nesta pasta: por padrão, todos os arquivos carregados no WordPress são armazenados na pasta ‘\wp-content\uploads’. Nessa opção é possível mudar o local de armazenamento padrão. Se a pasta não existir, o WordPress consegue cria-la, desde que tenha permissões suficientes para isso;
  • Caminho Completo (URL) para os arquivos: você deve inserir o endereço web completo da pasta de upload. Caso você tenha mudado o local da pasta padrão, insira o novo caminho completo, caso contrário deixe em branco mesmo;
  • Organizar arquivos enviados em pastas baseadas no mês e ano: caso você queria organizar seus arquivos de uma forma melhor, marque essa opção, que irá criar pastas baseados no mês e no ano. Um arquivo carregado em Julho de 2010, por exemplo, será adicionado na pasta ‘\2010\07’. Essa estrutura será criada dentro da pasta de upload, como em ‘\wp-content\uploads\2010\07’ e por isso tenha certeza de que há permissões de escrita suficiente para o WordPress;
  • Datas de atualização dos tracklinks: ativando esse recurso, o WordPress automaticamente irá verificar se houve atualizações nos seus links, por meio de uma comparação com uma central definida em ‘Serviços de Atualização’ em ‘Configurações > Escrita’;
  • Salvar alterações: aplica as mudanças feitas;

E assim finalizamos mais um artigo. Qualquer questionamento pode ser feito nos comentários. Estou te esperando.

Fiquem na paz e até o nosso próximo e último artigo que tratam sobre configurações do WordPress. Até lá!

Configurações Do WordPress Parte4 Discussão

Olá leitores ávidos por informação!

Bem vindos a mais uma etapa de aprendizado do WordPress, onde estarei mostrando todos os detalhes da parte de configuração dos comentários, ou discussão, como queira chamar.

Eu particularmente adoro os comentários, pois nos mostram se estamos tomando o rumo certo na escrita de nossos artigos, tiram as dúvidas dos leitores e aparecem sugestões interessantes. Por isso é necessário que tudo esteja no lugar certo.

Acessada em ‘Configurações > Discussão’, apresenta muitas opções, mas que serão todas explicadas agora.

Configurações Padrões De Posts

[figura 1]

configurações padrões de posts

  • Tentar notificar todos os blogs com links a partir do post (retarda a publicação de posts): marcando essa opção será enviado um ping, ou seja, uma notificação para todos os links encontrados no post, ficando assim mencionado no destino em caso dele aceitar pingbacks. O ping é feito durante o processo de publicação e por isso, no caso de existirem muitos links, pode ocorrer algum retardo;
  • Permitir notificações de link a partir de outros blogs (pingbacks e trackbacks): com essa opção habilitada, o blog passa a aceitar o ping de outros sites, no caso de algum conteúdo ser referenciado, aparecendo assim os pingbacks e trackbacks nos comentários;
  • Permitir que as pessoas publiquem comentários sobre novos artigos: essa opção, ao ser marcada, habilita os leitores a postarem seus comentários no WordPress. É possível substituir essa configuração individualmente, em cada posts ou página, através do bloco ‘Discussão’ [figura 2]:Discussão

Outra forma de controlar os comentários é deixando os post/página ‘protegido com senha’ ou ‘privado’.

Outras Configurações De Comentários

[figura 3]

Outras Configurações De Comentários

  • O autor do comentário tem que preencher o nome e email: quando marcado, obriga o autor do comentário a se identificar com nome e e-mail, provendo assim uma proteção extra contra o spam;
  • Os usuários devem estar registrados e ter feito login para poderem publicar comentários: marcando essa opção, somente usuários cadastrados no WordPress poderão fazer comentários;
  • Encerrar automaticamente comentários sobre posts mais velhos que [X] dias: quando marcado, define a vida útil dos posts inserindo a quantidade de dias, ou seja, por quantos dias é possível fazer comentários nos posts;
  • Ativar [X] níveis de comentários agrupados por conversação (aninhados): quando marcada, permite definir até quantos níveis (no máximo 10) é possível aninhar uma conversa. Considera-se uma conversa quando existir uma resposta a algum comentário, como mostra a figura 4: conversa
    Vale lembrar que os temas devem estar preparados para exibir corretamente a conversação nos comentários.
  • Dividir comentários em páginas com [X] comentários de nível mais alto por página e a página [último / primeiro] exibida por padrão. Os comentários devem ser exibidos com comentários [mais velho / mais recente] no topo de cada página: quando marcado, permite definir o formato da paginação, inserindo a quantidade de comentários por página. Além disso, é possível escolher o tipo de ordenação (do primeiro ao último ou o contrário) e se dentro de cada página o comentário mais velho ou o mais recente será exibido primeiro;
  • Envie-me um email quando [figura 5]: Envie-me um emailserá enviado um e-mail nas seguintes situações, quando marcado: Alguém publicar um comentário; Um comentário ficar aguardando moderação; A mensagem será enviada para o e-mail definido em ‘Configurações > Geral’.
  • Antes de um comentário aparecer [figura 6]: condiçõesestabelece algumas condições antes do comentário ser publicado, quando marcadas as seguintes opções: Um administrador sempre tem que aprovar o comentário; O autor do comentário tem que ter um comentário aprovado anteriormente;

Moderação De Comentários

[figura 7]

Moderação De Comentários

  • Reter um comentário na fila se este contiver [X] ou mais links: defina a quantidade mínima de links para um comentário ser retido na fila de moderação;
  • Palavras proibidas: defina no quadro branco as palavras, URLs, endereço de e-mail ou IP que ao serem encontradas no conteúdo do comentário, será retido na fila de moderação, precisando ser aprovado pelo administrador do WordPress. Poderá haver somente uma ocorrência por linha e haverá correspondência parcial das palavras, ou seja, ‘master’ irá coincidir com ‘webmaster’. Portanto cuidado ao usar essa opção;
  • Lista Negra de Comentários [figura 8]: Lista Negra de Comentários a mesma coisa de ‘Palavras proibidas’, mas em vez dos comentários precisarem aprovação, será marcado diretamente como spams. Utilize como último recurso, pois essa opção poderá eliminar inclusive os comentários “bons”.

Avatares

Já explicado em outro artigo WordPress – Explicando Avatar e Gravatar, essa parte possui as seguintes opções [figura 9]:

Avatares

  • Exibição do avatar: permite ativar ou desativar a exibição de avatares no WordPress;
  • Classificação Máxima: escolha o nível de classificação permitido no WordPress;
  • Avatar Padrão: usado no caso do usuário não ter um avatar próprio pelo serviço do gravatar;

Ainda existe o botão ‘Salvar alterações’, mas tenho certeza de que você já sabe para que serve, não é verdade?

E assim chegamos ao fim desse artigo, mas não de todas as opções de configuração do WordPress. Fico aguardando seus comentários e te espero no próximo artigo.

Fiquem na paz!

Links Úteis e Referências

  • http://codex.wordpress.org/Settings_Discussion_SubPanel

Configurações Do WordPress Parte3 Leitura

Olá caros leitores!

Outros artigos sobre a Configuração Do WordPress:

Mais uma vez estou aqui trazendo um importante artigo. Estamos tratando da configuração do WordPress e hoje será abordado as opções de leitura. Essa parte precisa ser tratada com muito carinho, pois tratam diretamente com o maior objetivo de um blog, os leitores.

Encontrado em ‘Configurações > Leitura’ possui as seguintes opções, que apesar de poucas são muito importantes [figura 1]:

configuracoes leitura

A página inicial mostra: permite escolher o que será mostrado na página inicial do WordPress, com duas possibilidades:

  • Seus posts mais recentes: o modo padrão da maioria dos blogs, que irá mostrar todos os posts;
  • Uma página estática: permite selecionar uma página do WordPress, especialmente preparada para isso e com possibilidade de escolher a nova página para exibir os posts. Essas páginas precisam estar publicadas e não podem ser privadas. Inclui duas opções:
  1. Página Inicial: escolha na lista suspensa as páginas disponíveis. No caso dela estar protegida com senha, será necessário inseri-la para visualizar o conteúdo. Se nenhuma página for selecionada, os posts serão exibidos;
  2. Página de posts: escolha na lista suspensa a página estática que exibirá os posts do WordPress, lembrando que seu conteúdo não será exibido e que não será solicitado senha no caso dela estar protegida. Se nenhuma página for selecionada, somente será possível visualizar os posts mediante a navegação por categorias, calendário ou página de arquivo;

É preciso tomar cuidado com alguns plug-ins que modificam a página inicial, controlam ou ainda restringem a visualização de posts, pois pode acabar afetando diretamente no funcionamento correto dessas opções.

  • As páginas do blog mostram no máximo: defina a quantidade de posts que serão exibidos por página no WordPress;
  • Os feeds RSS mostram os últimos: defina o número de posts que serão vistos via feed RSS pelos seus leitores;
  • Para cada post em um feed, mostrar: determina como será mostrado o texto via feed, apresentando duas opções: Texto completo: exibe todo o texto do post; Resumo: exibe somente o resumo, manual ou automático do post. A vantagem é que poupa a largura da banda;
  • Codificação para páginas e feeds: defina a codificação de caracteres do seu blog, sendo a ‘UTF-8’ recomendada, pois suporta uma grande variedade de línguas diferentes. Mas caso queira escolher outro tipo, como no caso de importar posts/páginas com uma codificação diferente, mude-o nesse campo, lembrando que a alteração afetará todo o WordPress. Mais informações sobre codificação de caracteres podem ser obtidas na Wikipédia.
  • Salvar alterações: aplica todas as mudanças feitas;

E assim mais uma parte da configuração foi “detonada”. Mas a nossa batalha continua e no próximo artigo iremos detalhar todas as opções relacionadas à discussão do WordPress.

Qualquer comentário será bem vindo. Fiquem na paz e até o próximo encontro!

Links Úteis e Referências

  • http://codex.wordpress.org/Settings_Reading_SubPanel
  • http://pt.wikipedia.org/wiki/Feed

Configurações Do WordPress Parte2 Escrita

Olá caros estudantes!

Outros artigos sobre a Configuração Do WordPress:

Nessa nova parte você irá aprender sobre as opções referente à parte de escrita do WordPress, ou seja, as partes que geram conteúdo para o seu blog / web site, como a área de de criação / edição de posts e páginas.

Acessada em ‘Configurações > escrita’, essa área é dividida em quatro partes, as quais serão detalhadas agora.

Configurações de Escrita

[figura 1]

Configurações de Escrita

  • Tamanho da caixa do post: defina o tamanho padrão da caixa de edição do post / página inserindo a quantidade de linhas desejadas. Lembrando que essa limitação não está relacionada ao conteúdo, continuando a gerar a barra de rolagem em caso do texto ser mais do que a quantidade de linhas especificadas;
  • Formatação: com duas opções para controlar a formatação do texto, que precisarão estar marcadas para terem efeito. São elas: Converter emoticons como 🙂 e 😛 em imagens: converte automaticamente a sequencia de caracteres que representam um emoticon numa imagem equivalente [figura 2]; Converter emoticons
    Mais informações estão disponíveis no artigo que trata desse assunto em nosso blog. O WordPress deve corrigir automaticamente XHTML aninhado de forma inválida: é realmente interessante marcar essa opção, pois os códigos inválidos causam diversos problemas aos Browsers e também o SEO do blog. Mas verifique a compatibilidade com alguns plugins, pois já foram relatados erros;
  • Categoria padrão de post: seleciona a categoria que será atribuída aos posts do WordPress em caso de algum erro ou exclusão. Procure seleciona aquela que você mais usa;
  • Categoria padrão de link: a mesma coisa que a opção anterior, mas para links do WordPress;

Publicação Remota e por E-mail

Com opções que adicionam a possibilidade de utilizar outros meios de publicação, sem precisar estar diretamente logado no WordPress [figura 3]:

Publicação Remota

Existem três tipos de protocolos para publicação de conteúdo: Atom, XML-RPC e POP3. Os dois primeiros são ativados na parte da ‘Publicação remota’ e sua configuração é feito no cliente, podendo ser um smartphone, programas como o Windows Live Writer ou criando sua própria aplicação em PHP, Delphi, Java e outros.

Já o terceiro é configurado no próprio WordPress, na parte ‘Publicar via email’, onde é necessário definir as opções do servidor de e-mail, nome de usuário, senha e a categoria padrão dos posts enviados por e-mail.

Nesse caso o WordPress vira praticamente um cliente de e-mail POP3, pois todas as mensagens enviadas serão publicadas como posts. Muito cuidado na sua configuração.

São opções muito interessantes que não estarei detalhando totalmente, já que são tópicos mais avançados. Mas não fique triste, pois em no Webmaster.pt existem os artigos que tratam muito bem do assunto.

Serviços de Atualização

[figura 4]

Serviços de Atualização

Nessa parte é possível criar uma lista de sites que irão receber a informação de atualização do seu WordPress de forma automática utilizando o protocolo XML-RPC.

Por padrão já está inserido o serviço do Ping-o-Matic , mas é possível adicionar quantos você quiser, sempre se lembrando de separar todas as URLs com uma quebra de linha.

Utilize essa opção do WordPress para gerar tráfego para o seu blog. O próprio Codex disponibiliza uma lista enorme de sites que oferecem esse serviço e vou coloca-la integralmente nesse artigo. Aproveite e adicionei ao seu blog:

  • http://rpc.pingomatic.com
  • http://api.feedster.com/ping
  • http://api.moreover.com/RPC2
  • http://api.moreover.com/ping
  • http://api.my.yahoo.com/RPC2
  • http://api.my.yahoo.com/rss/ping
  • http://www.blogdigger.com/RPC2
  • http://www.blogshares.com/rpc.php
  • http://www.blogsnow.com/ping
  • http://www.blogstreet.com/xrbin/xmlrpc.cgi
  • http://bulkfeeds.net/rpc
  • http://www.newsisfree.com/xmlrpctest.php
  • http://ping.blo.gs/
  • http://ping.feedburner.com
  • http://ping.syndic8.com/xmlrpc.php
  • http://ping.weblogalot.com/rpc.php
  • http://rpc.blogrolling.com/pinger/
  • http://rpc.technorati.com/rpc/ping
  • http://rpc.weblogs.com/RPC2
  • http://www.feedsubmitter.com
  • http://blo.gs/ping.php
  • http://www.pingerati.net
  • http://www.pingmyblog.com
  • http://geourl.org/ping
  • http://ipings.com
  • http://www.weblogalot.com/ping

Não fiz um teste com todos os serviços apresentados, por isso não sei dizer se são eficazes. Em caso de dúvidas sobre esse recurso, procure mais artigos em nosso blog e tire todas as suas dúvidas.

E por fim temos o botão ‘Salvar alterações’ que aplica todas as mudanças feitas.

Assim termino mais uma parte e como sempre qualquer dúvida, sugestão, elogio ou crítica pode ser feito nos comentários.

Fiquem na paz e até a próxima!

Links Úteis e Referências

  • http://codex.wordpress.org/Settings_Writing_SubPanel
  • http://pt.wikipedia.org/wiki/Emoticon
  • http://pt.wikipedia.org/wiki/Atom
  • http://pt.wikipedia.org/wiki/Xml-rpc

Configurações Do WordPress Parte1 Geral

Olá caros leitores e grandes estudantes do WordPress!

Sinta-se bem vindo a começar a explorar uma nova parte desse fabuloso CMS, a etapa de configurações. Nos artigos publicados até agora da série WordPress a Fundo! já exploramos algumas opções dessa parte, mas agora tudo será explicado nos mínimos detalhes para que a nossa proposta seja realmente cumprida e você torne-se um “expert”, um Power-user em WordPress.

Toda a configuração encontra-se dentro do Painel de Administração do WordPress, agrupados num Painel chamado ‘Configurações’ e dividida em 7 partes, também conhecido como sub menus ou ainda sub painéis e são eles [figura 1]:

Configurações

  • Geral: controla as configurações básicas do seu WordPress, tais como o título, localização, formato de data e outros;
  • Escrita: são definidas as opções para a escrita de um novo post, além da possiblidade de acionar o recurso de publicação por e-mail;
  • Leitura: com opções que irão definir a forma de leitura do WordPress, da página inicial, quantidade de posts, entre outros;
  • Discussão: com opções relacionadas à entrada e saída de comentários, pingbacks e trackbacks, além de definir em que circunstância o WordPress deve enviar e-mails e configurações para moderação. Também inclui as opções do uso dos Avatares;
  • Mídia: permite definir o tamanho padrão das imagens, incluindo as miniaturas e também opções para os códigos incorporados;
  • Privacidade: defina a visibilidade do WordPress, incluindo para os mecanismos de busca;
  • Links Permanentes: personalize os links do WordPress, com opções padrões ou personalizadas;
  • Diversas: com opções que não se encaixam em outras partes, tais como definir a pasta de armazenamento dos arquivos enviados, organização desses arquivos e outros.

Portanto, a partir de agora, todas as características e opções desses sub painéis serão totalmente explicados.

Configurações Gerais

Disponível em ‘Configurações > Geral’, possui as seguintes opções [figura 2]:

Configurações  Geral

  • Título do Blog: é o nome do blog, que irá aparece no título do navegador em todas as páginas. Também será usado para identifica-lo nos leitores de Feed;
  • Descrição: defina em poucas palavras o assunto do seu blog, podendo ser o slogan ou uma frase curta que chame a atenção dos visitantes;
  • Endereço do WordPress (URL): insira o endereço web completo de onde o núcleo do WordPress está instalado. Se, por exemplo, seu WordPress está instalado numa pasta chamada ‘blog’, o endereço deverá ser
    http://seudominio.com/blog
    Se estiver instalado na raiz do domínio, o endereço deverá ser
    http://seudominio.com
    O WordPress irá completar automaticamente com a barra (/) no final, ao carregar seu conteúdo;
  • Endereço do blog (URL): aqui deve ser inserido o endereço da internet que seus visitantes irão digitar, geralmente igual à opção anterior. Mas é possível instalar o WordPress num diretório diferente do apresentado nessa opção.
  • Email: defina o e-mail para fins administrativos. É para ele que será enviada a notificação, quando: Um novo membro se registra, caso essa possiblidade esteja ativado na opção seguinte; Algum comentário precisar de aprovação em caso da opção ‘Um administrador sempre tem que aprovar o comentário’ estiver marcada em ‘Configurações > Discussão’; Vale lembrar que esse e-mail pode ser diferente do usuário administrador do WordPress, que por padrão é o admin.
  • Membros: marcando a opção ‘Qualquer pessoa pode se registrar’, o registro de usuário poderá ser feito por qualquer visitante, tanto na tela de login [figura 3] tela de login
    quanto pela widget Meta [figura 4];widget Meta
  • Função padrão para novo usuário: escolha o nível de usuário padrão para os novos registros, feito pelo administrador, em ‘Usuários > Adicionar novo’ ou pelo próprio visitante, como já explicado na opção anterior;
  • Fuso horário: é possível escolher na lista suspensa a sua cidade ou aquela que possui o mesmo fuso horário. Caso não consiga identifica-la, é possível definir a hora manualmente selecionando a UTC correspondente. Mais informações em outros artigos aqui do Webmaster.pt ou na Wikipédia;
  • Formato de Data: defina o formato de data que será exibido no seu WordPress, utilizando as quatro opções disponíveis ou definindo uma personalizada. Um exemplo é mostrado nessa parte, conforme destacado na figura 5: Formato de Data
    O exemplo apenas será atualizado, em caso de mudança de data, ao clicar no botão ‘Salvar alterações’. A personalização requer alguns conhecimentos mais avançados. Para isso, leia o artigo no próprio Codex do WordPress que trata do assunto;
  • Formato de Hora: o mesmo para data é aplicado aqui na hora, mas com apenas três opções disponíveis;
  • Semana começa em: defina na caixa suspensa o dia da semana preferido. Será aplicado no widget ‘Agenda’, por exemplo [figura 6]: Agenda
    Escolhendo ‘segunda-feira’, essa será a primeira coluna do calendário gerado pelo widget.
  • Salvar alterações: qualquer mudança para ser aplicada no WordPress, deverá ser salva através desse botão;

A primeira parte está concluída. Tenho certeza de que você aprendeu muito hoje e por isso te convido a ler a segunda parte, pois é um assunto de extrema importância.

Em caso de dúvidas, sugestões, críticas ou elogios pode usar os comentários a vontade. Estou querendo te ouvir.

Fiquem na paz e até a próxima!

Links Úteis e Referências

  • http://codex.wordpress.org/Administration_Panels#General
  • http://codex.wordpress.org/Settings_General_SubPanel
  • http://pt.wikipedia.org/wiki/Tempo_Universal_Coordenado
  • http://codex.wordpress.org/Formatting_Date_and_Time